LEMA DA PASTORAL DIOCESANA: "Ide e fazei discípulos entre todas as nações" (Mt 28, 19)

JUNHO: Mês do Sagrado Coração de Jesus

papa urbi orbiPapa Francisco

' A Alegria do Evangelho' é a primeira Exortação Apostólica do PAPA FRANCISCO sobre a transmissão do Evangelho no mundo actual.

LEMA DA DIOCESE DE SANTIAGO: IDE E FAZEI DISCÍPULOS

Dom Arlindo Gomes Furtado Bispo de Santiago de Cabo Verde
Mensagem do nosso Bispo

Explicação do Brasão do Bispo
Vídeos


Entrevista de Dom Arlindo na TCV
(28 Dezembro 2010)


Vídeo Oração da família


Publicidade da Igreja Católica nos EUA

O QUE É A QUARESMA?

Antes de mais, convém situar a Quaresma no contexto do tempo litúrgico, e não apenas no âmbito do ano  civil. É inserido no ano litúrgico que se vive a quaresma.

O ano litúrgico é dividido em diversos momentos –  Advento, Natal, Tempo Comum, Quaresma e Páscoa – e todos esses momentos são importantes para a celebração da fé ao longo do ano. Mas no calendário da Igreja, a quaresma é espiritualmente mais denso pois prepara o cristão para celebrar o Mistério Pascal de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é o mistério central da fé.

A Igreja nesse tempo propõe aos seus filhos que se dediquem com mais intensidade `a oração, ao jejum e à caridade. A quaresma tem seu início na quarta-feira de cinzas (dia de jejum e abstinência) e seu término ocorre na quinta-feira santa, com a missa crismal em que são benzidos os óleos dos catecúmenos e dos enfermos e em que é consagrado o óleo do Crisma.

Com a celebração da Missa da Ceia do Senhor Jesus Cristo com os doze apóstolos, tem início o tríduo pascal, que culmina com a vigília Pascal, no sábado santo.

A Quaresma é o tempo de preparação para a Páscoa. Um período reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Um tempo de catequese baptismal, aspecto especialmente observado no ciclo A do Ano Litúrgico.

Conversão

Os fiéis são convidados à conversão, a mudarem de vida, animada e desafiado pela Palavra de Deus. O convite a se alimentar mais da Palavra ‘e algo que ressoa muito desde o início da quaresma. Com justeza se proclama: Nem só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus”.

Na Quaresma se intensifica a prática da fé, buscando cada um ser santo como o Pai do Céu. Podemos ver na quaresma um tempo de “retiro” espiritual que ajude na caminhada rumo à Pascoa. A Quaresma aponta para o centro da fé, que é Mistério pascal, e só à luz da Páscoa ganha relevância e sentido todos os aspectos desse caminhar ao longo dos 40 dias.

Tudo o que se faz  –  a oração, jejum e a caridade  -  deve ser visto como  instrumentos para educar o espírito para o acolhimento de Cristo Morto e Ressuscitado. A Quaresma é meio para esse objectivo, e não um fim em si mesmo.

A cor litúrgica

A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa penitência. O roxo no tempo da quaresma não significa luto e sim simboliza que a igreja está se preparando espiritualmente para a grande festa da Páscoa, a ressurreição de Jesus Cristo.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma, que dá à Igreja um grande impulso espiritual.

Quarenta Dias na Bíblia

O tempo da quaresma é de quarenta dias. Sendo o Domingo DIA DO SENHOR, dedicado ao louvor Senhor, durante a quaresma não é contado. Após esse período, inicia-se o Tríduo Pascal, que termina na Páscoa.

Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia.

A Sagrada Escritura narra passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estadia dos judeus no Egipto, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de factos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

Tempo de Oração

A Quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja Católica, a Igreja Anglicana e algumas protestantes marcam para preparar os fiéis para a grande festa da Páscoa. Durante este período, os seus fiéis são convidados a um período de penitência e meditação, por meio da prática do jejum, da esmola e da oração. Ao longo deste período, sobretudo na liturgia do domingo, é feito um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que pretendem viver como filhos de Deus.

Oração, a penitência e a caridade

A Igreja Católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na Quarta-feira de Cinzas, três grandes linhas de acção: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma consequência da penitência

Adaptação: PZAB

 

  

ADVENTO: O SENHOR VEIO, VEM E VIRÁ

Este é o programa referente ao terceiro Domingo Domingo do Advento. Por lapso foi dito no inicio que se trata do 30 Domingo Comum. Mas toda a mensagem está nos animando para a celebração do 3º Domingo, chamado de ´DOMINGO GAUDETE´. Escute com especial atenção  a segunda parte sobre esta designação do ´Domingo da Alegria´.

CLIQUE E ESCUTE O PROGRAMA RADIOFÓNICO A VINDA DO SENHOR: III DOMINGO DO ADVENTO

O SENTIDO DO DOMINGO GAUDETE ou seja no Domingo da Alegria.

A grande questão que podemos colocar é: como se pode falar de um domingo de alegria em pleno tempo de Advento?? Como sabemos, O Advento deve ser celebrado com sobriedade e com discreta alegria. Não se canta o Glória, para que na festa do Natal, nos unamos aos anjos e entoemos este hino como algo novo, dando glória a Deus pela salvação que realiza no meio de nós. Pelo mesmo motivo, os paramentos são roxos símbolo de recolhimento e conversão, as flores e instrumentos musicais devem ser usados com moderação, para que não seja antecipada a plena alegria do Natal de Jesus. Então porquê falar agora de um domingo de alegria?

Este III Domingo do Advento Trata-se realmente de uma excepção que deve-se ao facto de se sentir que o Senhor está próximo. Estamos a meio do tempo de advento e por isso nos enchemos de alegria porque sabemos que o Natal está às portas. Aqui a cor dos paramentos já pode ser rosa para revelar a alegria da vinda do Salvador que está bem próxima.

Dá-se a este Domingo o nome de Gaudete porque a primeira palavra do introdução deste dia, que é tirado da segunda leitura diz-nos: “Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito, alegrai-vos, pois o Senhor está perto”(Fl 4, 4).

domingo Gaudete faz, portanto, uma paragem, no meio de um tempo que é de caráter penitencial, e significa a alegria que provém da proximidade da vinda do Senhor.  

A Alegria do cristão advem, assim desta certeza de que o Senhor não nos abandona devido ao nosso pecado, mas encarna-Se para nos salvar. A alegria cristã, não está assim dependente do nosso estado de alma, ou da maneira como corre a nossa vida. vai muito mais além, o cristão mesmo no meio de dificuldaades e problemas mantem-se alegre porque a sua alegria está na fidelidade de Deus manifestada em Jesus Cristo e no desejo de levar Cristo aos outros. Vivamos este próximo domingo cheios de Alegria, não uma alegria passageira, mas a alegria eterna que advem da certeza de que o Senhor vem, de que Ele já está aà porta e quer entrar nas nossas vidas para nos salvar.

CLIQUE E ESCUTE INTRODUÇÃO AO ADVENTO .Trata-se de uma parte do programa A vinda do Senhor, produzido pelo Seminarista Samuel.

 

A Coroa do Adventi é uma ajuda e oportunidade para a oração em família

FAZER UMA COROA DO ADVENTO EM CASA

 
Nos domingos de Advento, é de costume que as famílias e as comunidades católicas se reúnam em torno à coroa para rezar.
A forma circular: O círculo não tem princípio, nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno, sem princípio e nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo que nunca se deve terminar
As ramas verdes: Verde é a cor da esperança e da vida.
As quatro velas: simbolizam, cada uma delas, uma das quatro semanas do Advento.
Sugestões:
a) Recomenda-se fazer a coroa de Advento em família, aproveitando a ocasião para ensinar as crianças o senti-do e o significado de tal símbolo de natal.
b) A coroa deverá estar em um lugar privilegiado da casa, onde seja facil-mente visível a todos …
c) É conveniente fixar um horário para se fazer a liturgia da coroa de Advento …
d) Recomenda-se repartir as funções de cada membro da família durante a litur-gia. Um pode ser o que acende a vela, outro o que lê a passagem bíblica, outro que faz algumas preces, …
Oração para o acender da 1ª Vela
Deus nosso Pai, ao começar este Advento, queremos acender a primeira vela desta coroa. É um sinal da luz que ilumina a nossa esperança. Queremos que esta vela seja um sinal do nosso permanecer desperto e com os olhos do coração abertos para ler os sinais e vestígios da tua vinda e da tua pre-sença entre nós. Que não deixemos de ver nada do que nos fala de ti. Que não perca-mos nunca a sensibilidade para sintonizar contigo onde quer que estejas.
 

 

O Tempo do Advento

Denomina-se de Advento o tempo correspondente aos 4 domingos, às 4 semanas antes do Natal. Muitas tradições e conteúdos estão relacionados com esse tempo.
Início do Ano Litúrgico: para a Igreja Cristã no Advento inicia-se o novo ano. O primeiro Domingo de Advento é o início do calendário litúrgico da Igreja que organiza e deter-mina as comemorações, as celebrações e os principais conteúdos da vida comunitária dos cristãos; por exemplo: Advento, Natal, Epifania, Paixão, Páscoa, Ascensão, Pentecostes…
 
Espera e Vigília: Advento significa “vinda”, “chegada”. Está relacionado à chegada de Deus ao mundo. Tempo determinado para a preparação da festa do nascimento de Jesus. Ao mesmo tempo, esta “espera” recebe os traços litúrgicos e de comportamento próprios de uma “vigília”, a partir do impacto da expectativa das comunidades cristãs (venha o teu reino) relacionada à nova vinda de Cristo, à chega-da do “novo Céu e a nova terra”.
Temos nesta época conteúdos de fé e tradições cristãs que promovem a alegria, causada pelas dádivas de Deus relacionadas ao nascimento de Jesus e pela expectativa de uma ação salvadora plena que ainda vai chegar, neste caso uma antecipação da grande alegria vindoura.
 
Esperança: advento é um tempo apropriado para fomentar a construção da esperança, uma esperança que transcende os limites das necessidades materiais e imediatas, uma espe-rança que inclui uma visão de mundo, de tempo e espaço onde é possível a dignidade, a justiça, a paz e o amor, o equilíbrio da vida e da Criação de Deus. Para a construção desta esperança necessário se faz re-elaborar e resistir aos apelos do consumo, próprios desta época em que o comercio e outras ações típicas da sociedade de consumo propõe, subvertendo os conteúdos e as tradições criadas em torno do Natal de Deus no mundo.
 
Arrependimento e Limpeza:  Já o profeta João Batista chamava o povo para o arrependimento e ao batismo: “Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do céu está perto! … e João os batizava no rio Jordão” (Mateus 3.2 e 6). Não se sabe determinar quando iniciou, mas até hoje em certas regiões na época do advento as pessoas e famílias fazem uma limpeza interior e externa: avaliam a sua vida e constroem esperanças novas para o futuro e limpam também os seus armários, a casa inteira, os jardins, pintam as casas… etc.
 
 
PORTUGAL:
Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade quer combater «ritualismo» e afastamento da oração oficial da Igreja


(9/11/2011) A inclusão da espiritualidade na denominação da Comissão Episcopal da Liturgia visa combater o “ritualismo” e o afastamento de alguns movimentos católicos em relação à oração oficial da Igreja, afirmou hoje o bispo responsável pelo setor.
A espiritualidade “é um aspeto que nos parece muito importante para vencer uma certa frieza e um certo ritualismo, para o qual encontramos algumas tendências”, declarou D. Anacleto Oliveira à Agência ECCLESIA, durante a assembleia plenária da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), que decorre de segunda a quinta-feira em Fátima.
“É fundamental que quem intervém na liturgia, a começar pelo presidente, a viva como momento de oração muito forte”, acrescentou o bispo de Viana do Castelo, que foi reeleito para um mandato de três anos à frente da agora designada Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade.
A decisão de reformular o nome foi também motivada pelo facto de existirem “muitos movimentos de espiritualidade que correm o perigo de descambar se perderem a ligação à oração oficial da Igreja”, explicou

 
 
  
 O que é o Tempo Comum?  

Ao contrário dos outros Tempos Litúrgicos, que celebram os diversos momentos da História dá Salvação, o tempo Comum não se fixa num determinado aspecto do Mistério de Cristo, mas celebra-o de modo global. Iniciando-se com o 2.° Domingo  –  pois o 1º é consagrado ao Baptismo de Jesus  -  todo este Tempo decorre, de Domingo para Domingo à luz do Mistério Pascal e do Mistério da Igreja

1) O Domingo é a celebração semanal da vitória pascal de Cristo, através da imolação da Cruz. É, por excelência, o Dia do «Senhor», (título atribuído pela fé apostólica a Cristo Ressuscitado), dia em que os cristãos se reúnem para «recordarem a Paixão, Ressurreição e Glória do Senhor Jesus e darem graças a Deus que os «regenerou para uma esperança viva pela Ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos” (S.C. 106).

2) Enviada para ser «sacramento universal de salvação» (L.G 48), a Igreja actualiza o Mistério Pascal. Por isso, este tempo introduz-nos, de uma maneira especial, no Mistério da Igreja. Continuamente, a missão da Igreja é-nos apresentada durante ele, através dos textos do Evangelho, que nos mostram Cristo a agir no mundo; por meio da Igreja que é, na verdade, Cristo Ressuscitado a prolongar a Sua acção entre os homens.

Porque os Santos são a mais bela manifestação da eficácia da acção de Cristo na Sua Igreja, através dos séculos, é neste Tempo que se situam na sua maioria, as festas dos cristãos, que se tornam comentário vivo do Evangelho, e também as da Santíssima Virgem, na Qual a Igreja «alcançou já aquela perfeição sem mancha nem ruga, que lhe é própria» (LG. 65).

Caminhando no tempo, entre dificuldades e sofrimentos a Igreja peregrina dirige-se ao encontro do Senhor Jesus, iluminada pela fé na Sua vinda gloriosa, na expectativa do momento, em que Ela «alcançará a Sua realização acabada» (L.G., 48). Por isso, este tempo litúrgico, que é dominado, na última semana, pelo pensamento do fim do mundo, encerra-se com a visão da Realeza universal de Cristo e da glória dos Santos. (Do Missal Ferial).

O Ano Litúrgico começa no Advento e termina com a Solenidade de Cristo Rei do Universo.

Siglas de Documentos do Concílio Vaticano II (1962-1965), citados neste artigo:

SC: Sacrossantum Concilium – Constituição sobre a Sagrada Liturgia

LG: Lumen Gentium – Constituição dogmática sobre a Igreja


 OUTUBRO: Mês de Maria, mês das Missões e Mês do Rosário.
 
 
 
 

 

 


V/. Adoramus te, Christe, et benedicimus tibi.
R/. Quia per sanctam Crucem tuam redemisti mundum.

 

 

 

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