No âmbito do esforço da Igreja inteira em combater o crime do abuso sexual contra os menores, os bispos da Conferência episcopal do Sénégal, Mauritania, Guiné Bissau e Cabo Verde decidiram levar a cabo a reflexão sobre essa matéria e divulgar o seu empenho no combate a esse mal e as sanções ligadas ao abuso contra menores. Esse documento foi apresentado ontem pelo padre Boaventura Lopes, especialista em direito canonico, aos padres da diocese reunidos para aggiornamento pastoral anual.

 Tendo noticias de que em muitas dioceses do mundo foram cometidos esses crimes contra menores, a congregação para o Clero adaptou as suas leis de modo a mostrar a gravidade da situação e tornou-as mais severas. Por exemplo, o crime não prescreve ainda depois de vinte anos.

 Segundo as normas vigentes, a denúncia de um possível abuso contra menores de 18 anos, deve ser seguida de uma averiguação preliminar e depois o facto deve ser comunicado à Conferência episcopal e esta “a Santa Se. Os Bispos devem estar dispostos a cooperar com as autoridades civis e judiciais durante todo o processo.

Por outro lado, lembrando as palavras de Jesus que manifestam a necessidade do amor e respeito pelas crianças (cf. Mc 10, 14) e do acolhimento, é necessário que os pastores sejam fieis no exercício da paternidade espiritual de todos, especialmente das criancas que merecem toda o cuidado. Dando cumprimento a este interesse da Igreja, que é mãe, Dom Arlindo Furtado apelou aos padres a continuarem o estudo dos documentos da Conferencia episcopal nesta zona ocidental da Africa, em sintonia com a Igreja Universal e a estar disponível e alerta no compate a qualquer tipo de abuso aos menores. Neste sentido se entende a tolerancia ZERO para com este tipo de crime.

 

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