A Irmã que partiu para a casa do Pai no passado dia 11, era uma pessoa de grande humildade e que viveu a maior parte do tempo na Ilha Brava, de onde era originária. Pode-se dizer que a sua vida foi uma à missão de formação moral, doutrinal e académica das o ensino e ao cuidado das crianças e jo mais desfavorecidas , que eram e ainda são acolhidas na CASA MATERNA, instituição fundada pelo Padre Pio Gottin, antes mesmo da fundação das FIC.

Uma das características marcantes da Irmã Deolinda era o seu espírito de sacrifício e de total dedicação à causa da formação humana e espiritual das crianças e, segundo testemunham as suas co-irmãs, era uma Mulher de Oração. Sofria muito, mas pouco se queixava. De saúde frágil, ela tinha consciência da sua condição. Tinha sido operada no ano passado, mas as suas forças estavam cada vez mais em declínio e acabou por não resistir ao desafio de um cancro já em estado avançado.

A Irmã Deolinda fazia parte das primeiras jovens que aderiram ao projecto do Padre Pio, e que veio a tornar-se um Instituto religioso de reconhecimento diocesano e depois, de direito pontifício, que em 2010 celebrou os 50 anos de fundação e missão entre caboverdianos nas ilhas e na diáspora na América do Norte.

A irmã Deolinda desejava voltar a Cabo Verde para viver seus últimos dias, mas sua frágil saúde não permitiu que se satisfizesse essa vontade anda em vida. Por isso, o corpo da irmã vai ser levado ao seu país natal na próxima terça feira, chegando na quarta, dia 17.

A Diocese apresenta à congregação os sentidos pêsames e manifesta sua solidariedade para com as irmãs FIC de que a irmã Deolinda era um membro desde as primeiras horas, ao lado da irmã Fanduca, da Irmã Fibi e da irmã Lulu. PAZ À SUA ALMA.

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