desertoO “Dia do Deserto”, realizado no passado domingo, 17 de Março, é uma das actividades que a Pastoral Universitária da Diocese de Santiago para os universitários, realiza todos os anos no tempo de Quaresma. A ideia é recolherem-se num local distante e isolado da dinâmica da cidade para se estar com Deus. É uma ocasião sobretudo de reflexão e de penitência, onde cada participante leva na sua bagagem um pão, água, bíblia e caderno. Este ano, o Dia do Deserto foi realizado numa Ribeira na zona de São Francisco e contou com a participação de mais de 60 jovens.

 “Deus não tira nada mas”, uma frase carregada de significado e muito usada pelo papa emérito Bento XVI durante o seu pontificado, foi o mote escolhido para este dia de reflexão, de interiorização e de preparação para a Páscoa.

 “Escolhemos esta frase do Bento XVI, porque é importante e oportuno mostrar aos jovens e não só, que Deus não concorre com ninguém, ele não tira a felicidade, nem o prazer da vida, nem o divertimento mas, que Ele é fonte de todos os prazeres da vida, ele completa-nos”, explica o padre Adérito Rodrigues, coordenador da Pastoral Universitária.

Para além de discussão e partilha sobre a mensagem do Papa, teve lugar a Via Sacra, no meio de espinheira, sendo este um dos momentos marcantes do dia, que terminou com a celebração eucarística.

 “ O balanço é positivo. Este ano tivemos um número maior de participantes em relação aos anos anteriores. Preparamos 60 kits com alimento, bíblia e caderno mas, não chegou para os participantes, que eram mais de 60. Cada ano temos algo especial na nossa actividade que torna o Dia do Deserto marcante. No ano passado o tema foi Lava -pés, este ano o destaque foi a Via Sacra, que realizamos no meio de espinhos. Foi um dia excelente e os que participaram gostaram”, remata o padre Adérito.

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