Archive for September, 2014

 

Papa divulga mensagem para o Dia Mundial das Missões 2014

Este ano o Dia Mundial das Missões será no dia 19 de Outubro.

Francisco destaca alguns aspectos do Evangelho de São Lucas, capítulo 10, versículos de 21 a 23, para explicar sobre a alegria de Jesus e dos discípulos missionários.

Leia a mensagem na íntegra:

“Queridos irmãos e irmãs!

Ainda hoje há tanta gente que não conhece Jesus Cristo. Por isso, continua a revestir-se de grande urgência a missão ad gentes, na qual são chamados a participar todos os membros da Igreja, pois esta é, por sua natureza, missionária: a Igreja nasceu «em saída».

O Dia Mundial das Missões é um momento privilegiado para os fiéis dos vários Continentes se empenharem, com a oração e gestos concretos de solidariedade, no apoio às Igrejas jovens dos territórios de missão.

Trata-se de uma ocorrência permeada de graça e alegria: de graça, porque o Espírito Santo, enviado pelo Pai, dá sabedoria e fortaleza a quantos são dóceis à sua ação; de alegria, porque Jesus Cristo, Filho do Pai, enviado a evangelizar o mundo, sustenta e acompanha a nossa obra missionária. E, justamente sobre a alegria de Jesus e dos discípulos missionários, quero propor um ícone bíblico que encontramos no Evangelho de Lucas (cf. 10, 21-23).

1. Narra o evangelista que o Senhor enviou, dois a dois, os setenta e dois discípulos a anunciar, nas cidades e aldeias, que o Reino de Deus estava próximo, preparando assim as pessoas para o encontro com Jesus. Cumprida esta missão de anúncio, os discípulos regressaram cheios de alegria: a alegria é um traço dominante desta primeira e inesquecível experiência missionária.

O Mestre divino disse-lhes: «Não vos alegreis, porque os espíritos vos obedecem; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos no Céu. Nesse mesmo instante, Jesus estremeceu de alegria sob a acção do Espírito Santo e disse: “Bendigo-te, ó Pai (…)”. Voltando-se, depois, para os discípulos, disse-lhes em particular: “Felizes os olhos que vêem o que estais a ver”» (Lc 10, 20-21.23).

As cenas apresentadas por Lucas são três: primeiro, Jesus falou aos discípulos, depois dirigiu-Se ao Pai, para voltar de novo a falar com eles. Jesus quer tornar os discípulos participantes da sua alegria, que era diferente e superior àquela que tinham acabado de experimentar.

2. Os discípulos estavam cheios de alegria, entusiasmados com o poder de libertar as pessoas dos demónios. Jesus, porém, recomendou-lhes que não se alegrassem tanto pelo poder recebido, como sobretudo pelo amor alcançado, ou seja, «por estarem os vossos nomes escritos no Céu» (Lc 10, 20).

Com efeito, fora-lhes concedida a experiência do amor de Deus e também a possibilidade de o partilhar. E esta experiência dos discípulos é motivo de jubilosa gratidão para o coração de Jesus. Lucas viu este júbilo numa perspectiva de comunhão trinitária: «Jesus estremeceu de alegria sob a acção do Espírito Santo», dirigindo-Se ao Pai e bendizendo-O.

Este momento de íntimo júbilo brota do amor profundo que Jesus sente como Filho por seu Pai, Senhor do Céu e da Terra, que escondeu estas coisas aos sábios e aos inteligentes e as revelou aos pequeninos (cf. Lc 10, 21).

Deus escondeu e revelou, mas, nesta oração de louvor, é sobretudo a revelação que se põe em realce. Que foi que Deus revelou e escondeu? Os mistérios do seu Reino, a consolidação da soberania divina de Jesus e a vitória sobre satanás.

Deus escondeu tudo isto àqueles que se sentem demasiado cheios de si e pretendem saber já tudo. De certo modo, estão cegos pela própria presunção e não deixam espaço a Deus.

Pode-se facilmente pensar em alguns contemporâneos de Jesus que Ele várias vezes advertiu, mas trata-se de um perigo que perdura sempre e tem a ver connosco também. Ao passo que os «pequeninos» são os humildes, os simples, os pobres, os marginalizados, os que não têm voz, os cansados e oprimidos, que Jesus declarou «felizes». Pode-se facilmente pensar em Maria, em José, nos pescadores da Galileia e nos discípulos chamados ao longo da estrada durante a sua pregação.

3. «Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado» (Lc 10, 21). Esta frase de Jesus deve ser entendida como referida à sua exultação interior, querendo «o teu agrado» significar o plano salvífico e benevolente do Pai para com os homens.

No contexto desta bondade divina, Jesus exultou, porque o Pai decidiu amar os homens com o mesmo amor que tem pelo Filho. Além disso, Lucas faz-nos pensar numa exultação idêntica: a de Maria. «A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador» (Lc 1, 46-47).

Estamos perante a boa Notícia que conduz à salvação. Levando no seu ventre Jesus, o Evangelizador por excelência, Maria encontrou Isabel e exultou de alegria no Espírito Santo, cantando o Magnificat.

Jesus, ao ver o bom êxito da missão dos seus discípulos e, consequentemente, a sua alegria, exultou no Espírito Santo e dirigiu-Se a seu Pai em oração. Em ambos os casos, trata-se de uma alegria pela salvação em ato, porque o amor com que o Pai ama o Filho chega até nós e, por obra do Espírito Santo, envolve-nos e faz-nos entrar na vida trinitária.

O Pai é a fonte da alegria. O Filho é a sua manifestação, e o Espírito Santo o animador. Imediatamente depois de ter louvado o Pai – como diz o evangelista Mateus – Jesus convida-nos: «Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve» (Mt 11, 28-30).

«A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 1).

De tal encontro com Jesus, a Virgem Maria teve uma experiência totalmente singular e tornou-se «causa nostrae laetitiae». Os discípulos, por sua vez, receberam a chamada para estar com Jesus e ser enviados por Ele a evangelizar (cf. Mc 3, 14), e, feito isso, sentem-se repletos de alegria. Porque não entramos também nós nesta torrente de alegria?

4. «O grande risco do mundo actual, com a sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 2). Por isso, a humanidade tem grande necessidade de dessedentar-se na salvação trazida por Cristo.

Os discípulos são aqueles que se deixam conquistar mais e mais pelo amor de Jesus e marcar pelo fogo da paixão pelo Reino de Deus, para serem portadores da alegria do Evangelho. Todos os discípulos do Senhor são chamados a alimentar a alegria da evangelização.

Os bispos, como primeiros responsáveis do anúncio, têm o dever de incentivar a unidade da Igreja local à volta do compromisso missionário, tendo em conta que a alegria de comunicar Jesus Cristo se exprime tanto na preocupação de O anunciar nos lugares mais remotos como na saída constante para as periferias de seu próprio território, onde há mais gente pobre à espera.

Em muitas regiões, escasseiam as vocações ao sacerdócio e à vida consagrada. Com frequência, isso fica-se a dever à falta de um fervor apostólico contagioso nas comunidades, o que faz com as mesmas sejam pobres de entusiasmo e não suscitem fascínio.

A alegria do Evangelho brota do encontro com Cristo e da partilha com os pobres. Por isso, encorajo as comunidades paroquiais, as associações e os grupos a viverem uma intensa vida fraterna, fundada no amor a Jesus e atenta às necessidades dos mais carecidos.

Onde há alegria, fervor, ânsia de levar Cristo aos outros, surgem vocações genuínas, nomeadamente as vocações laicais à missão. Na realidade, aumentou a consciência da identidade e missão dos fiéis leigos na Igreja, bem como a noção de que eles são chamados a assumir um papel cada vez mais relevante na difusão do Evangelho. Por isso, é importante uma adequada formação deles, tendo em vista uma acção apostólica eficaz.

5. «Deus ama quem dá com alegria» (2 Cor 9, 7). O Dia Mundial das Missões é também um momento propício para reavivar o desejo e o dever moral de participar jubilosamente na missão ad gentes. A contribuição monetária pessoal é sinal de uma oblação de si mesmo, primeiramente ao Senhor e depois aos irmãos, para que a própria oferta material se torne instrumento de evangelização de uma humanidade edificada no amor.

Queridos irmãos e irmãs, neste Dia Mundial das Missões, dirijo o meu pensamento a todas as Igrejas locais: Não nos deixemos roubar a alegria da evangelização! Convido-vos a mergulhar na alegria do Evangelho e a alimentar um amor capaz de iluminar a vossa vocação e missão.

Exorto-vos a recordar, numa espécie de peregrinação interior, aquele «primeiro amor» com que o Senhor Jesus Cristo incendiou o coração de cada um; recordá-lo, não por um sentimento de nostalgia, mas para perseverar na alegria. O discípulo do Senhor persevera na alegria, quando está com Ele, quando faz a sua vontade, quando partilha a fé, a esperança e a caridade evangélica.

A Maria, modelo de uma evangelização humilde e jubilosa, elevemos a nossa oração, para que a Igreja se torne uma casa para muitos, uma mãe para todos os povos e possibilite o nascimento de um mundo novo”.

Vaticano, 8 de Junho – Solenidade de Pentecostes – de 2014.
Papa Francesco

 

 Padre João Augusto o primeiro pároco da Paróquia de São Paulo , Palmerejo, Praia.

empossamento

Padre João, no dia da Tomada de posse em Palmarejo.

O Pe. João Augusto Martins trabalhou de Setembro de 2009 a Setembro de 2014 na Paróquia de Nossa Senhora da Graça. Cinco anos de dedicação a evangelização, realizando uma pastoral de proximidade respondendo ao desafio do Bispo da Diocese de Santiago, Dom Arlindo Furtado. Agora, vai assumir um novo desafio, erguer uma paróquia que vai nascer com ele e inserida numa comunidade que considera “especial”. Nesta entrevista, o Pe. João fala da sua experiência na paróquia de Nossa Senhora da Graça e da nova missão que agora assume como pároco da mais nova paróquia criada na Diocese de Santiago. Read the rest of this entry »

Domingo 21 de setembro, passando por Lisboa, de regresso da Madeira, onde tomou parte no Congresso sobre os 500 anos da Diocese de Funchal, D. Ildo Fortes, foi celebrar missa no seio da comunidade cabo-verdiana em Setúbal.

Foi mais um esforço no sentido de criar uma ponte entre a diáspora cabo-verdiana e os pastores da terra de origem. Uma pastoral que no espírito da “Igreja em saída”, como quer o Papa Francisco, tem levado os bispos cabo-verdianos a dar cada vez maior atenção à Diáspora, não obstante a sua escassez de vocações. Assim, depois de ter estado na Suíça, no Luxemburgo, o bispo do Mindelo foi recentemente aos Estados Unidos, onde vive a maior e mais antiga comunidade cabo-verdiana emigrada e onde a atenção dos pastores cabo-verdianos para com esses filhos da terra não é, contudo, de hoje…

Oiça aqui: www.radiovaticano.org

Embora o desejo dos pastores cabo-verdianos é dar cada vez maior atenção à diáspora, D. Ildo Fortes, não deixa de encorajar as comunidades imigradas a inculturar-se nas Dioceses e paróquias do contextos onde vivem… RealAudioMP3

Foto: capoverdiani in processione a Roma

Para um comentário sobre a quarta viagem internacional do Papa Francisco, Fabio Colagrande contactou por telefone o Padre Federico Lombardi, na comitiva do Papa:
Gostaria de dar imediatamente uma pequena nota interessante. Falei há pouco com o Padre David Djudja, um colega nosso da Rádio Vaticano, que faz de intérprete para o Papa nesta viagem, e ele me dizia que, enquanto estavam juntos no carro, vindo do aeroporto para Tirana, o Papa lhe dizia: “Mas que população jovem! Mas quantos jovens!” Pensando que estamos na Europa que, pelo contrário – como ele muitas vezes diz – está a envelhecer um pouco. Então, este tema da população jovem, que o impressionou, nós o ouvimos regressar nos seus discursos: disse-o claramente quer na homilia, quer depois no momento do Angelus. O Papa fala a um povo jovem e, neste sentido, realça a esperança na construção do futuro e em dar um contributo positivo à Europa, na qual este povo se quer inserir plenamente. E depois uma outra coisa: o Papa, vendo todos os símbolos das águias ao longo da estrada, dizia ao Padre David que a águia voa alto, mas não abandona o seu ninho, sempre volta ao seu ninho, mesmo voando alto. E este é também um tema que sobressaiu nos seus discursos esta manhã, e que se vê que o toca. Albânia, País das águias: este símbolo é muito interessante, muito importante: a águia é capaz de grandes altitudes, de ideais, de grandes testemunhos, como o dos mártires que estamos a comemorar aqui neste dia de uma forma muito, muito intensa. Mas também é fiel: fiel à sua história, fiel às suas origens, capazes de voltar aos valores das suas origens, para testemunhá-los no futuro.
Uma outra coisinha que o Papa disse ao Padre David, vindo no carro, é que ele conheceu Madre Teresa no Sínodo de 94. O Papa estava no Sínodo e Madre Teresa também estava no Sínodo. Como se sabe, de vez em quando, de facto, as grandes figuras do catolicismo são chamadas pelo Papa para participar no Sínodo. Bergoglio tinha Madre Teresa atrás de si, perto, e ouvia-a intervir muitas vezes com muita força, sem se deixar, no mínimo, impressionar com toda aquela assembleia de bispos. E então havia conservado uma grande estima por ela, precisamente como uma mulher forte, como uma mulher capaz de dar um testemunho corajoso. Depois fazia a piada: “Eu teria medo de tê-la como superiora, porque era uma mulher muito forte”. Bem, este é o Papa que chega a Tirana do aeroporto, faz este tipo de observações. Quando chega no Palácio presidencial, o presidente fá-lo sentar diante de um livro de honra para nele colocar o seu testemunho. Posso dizer-vos o que ele escreveu, porque depois eu tomei nota. Ele escreveu: “Ao nobre povo albanês, com o meu respeito e admiração pelo seu testemunho e a sua fraternidade em levar para frente o país”.

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DSCF4128 DSCF4127DSCF4111 DSCF4126      DSCF4120 DSCF4119 DSCF4117 DSCF4115DSCF4125 DSCF4114 DSCF4113 Ontem foi um dia histórico na diocese de santiago de Cabo Verde: foi oficialmente criada a mais nova paróquia da diocese, a paróquia de S. Paulo, em Palmarejo, Praia, e foi empossado o seu primeiro pároco, o Padre João Augusto Martins.

Também ontem, na Igreja de N. Sra da Graça, foram oficialmente investidos na nova missão durante a Missa das 18 horas, o novo pároco, Pe. António Manuel Silves Ferreira (P, IMA) e o novo vigário paroquial, o Pe. Edson Bettencourt. Os dois sacerdotes nasceram e foram criados na Praia e têm com a paróquia de N. Senhora da Graça uma relação muito antiga e profunda.

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O Pe. Ima, novo pároco, na hora em que fazia a profissão de fé, antes de ser empossado como pároco.

Às duas celebrações da tomada de posse presidiu o Senhor Dom Arlindo Furtado que, na missa das 18 horas disse que se tratava de um dia especial.

Lembrou que se trata de um dia cheio de muitas realizações: mencionou os mais de duzentos crismados em S. Salvador do Mundo a que se seguiu a Missa em que o Padre João Augusto foi empossado o Pe João Augusto. A paróquia de S. Paulo abrange uma região muito complexa socialmente, exigente. Entre os novos desafios pastorais está o do anonimato das pessoas nessa comunidade que revela muita disparidade socio-económica. « A igreja é a única entidade capaz de unificar essa realidade», disse o bispo.

Nossa Senhora da Graça  PRAIA
Nossa Senhora da Graça é uma Paróquia muito exigente, lembrou o Bispo, que já foi pároco da Praia ainda antes do desmembramento de 4 paróquias. Ele incentivou à continuação d missão enfrentando os novos desafios. A coadjuvar o Pe. Ima vai estar o Pe. Edson, que «dentro de pouco tempo vai ser chanceler da Diocese», revelou dom Arlindo.

No fim da Misssa, o Pe. João despediu-se dos paroquianos agradecendo pelo empenho das comunidades e pedindo perdão pelo que não foi tão bem ou não pôde ser feito de 2009 a esta parte. Desejou bom trabalho aos que entram na paróquia. O novo pároco de N. Senhora da Graça, Pe. Ima, saudou os presidentes das comunidades e convocou a todos para a missão, ligando o desafio ao lema Ide e fazer discípulos. Falou na necessidade de se aproximar das pessoas «para além de missas, missas e missas…». «Não fui enviado para mandar em ninguém, mas para coordenar as actividades…» disse bem ao seu jeito descontraído sério ao mesmo tempo. Lembrou que a Igreja de N.Sra da Graça é pro-Catedral há uns 190 anos e «que é a Igreja do Bispo e de todos. «Esta é a sua Igreja, senhor bispo», «esta é a vossa Igreja, senhores padres» disse, acrescentando que espera a colaboração de todos.

9 sacerdotes participaram na Eucaristia das 18 horas em que se contava ver um maior numero de paroquianos de Na. Sra da Graça, a juntar-se aos das paróquias vizinhas que foram de saudar o Padre Ima e o Padre Edson, além de agradecerem e se desdepirem do P. João e do Pe. Alexandre que estiveram a servir a paróquia até agora. É assim a missão!

PZB

empossamento Na presença de centenas de pessoas testemunharam, ontem 21 de Setembro de 2014, teve lugar em Palmarejo na Cidade da Praia, a cerimónia de criação oficial da Paróquia de São Paulo Apostolo e a tomada de posse do seu novo pároco, o padre João Augusto Martins, numa missa presidida pelo Bispo da Diocese de Santiago, Dom Arlindo Furtado.

Essa nova paróquia abrange as localidades de Palmarejo, Monte, Cidadela e Caiada antes inseridas na paróquia de Nossa Senhora do Socorro (Achada de Santo António), sob a responsabilidade do padre Constantina Bento.

O padre João Augusto Martins, que desempenhava funções na paróquia de Nossa Senhora da Graça desde Setembro de 2009, elege como seu principal desafio o aumento da comunidade cristã na zona do Palmarejo e promete levar a evangelização e a dinamização da fé e vida social, sobretudo nos lugares onde as pessoas continuam fechadas no seu circuito Read the rest of this entry »

O Programa Nacional de Cidadania Fiscal e o Secretariado Pastoral da Família de Nossa Senhora da Graça realizam amanhã, sábado, 20 de Setembro uma Palestra sob o lema “Compreendendo os ritmos biológicos: possibilidades para aumentar o desempenho e reduzir conflitos no trabalho, em casa e na escola”, pelas 16:00h às 18:00h, no Salão Paroquial Nossa Senhora da Graça, Praia.

Esta ação formativa será ministrada pelo prof. Doutor Marcilio Hubner Neto, consultor responsável pele implementação do programa e docente da universidade Estadual de Maringá, Brasil.

Esta realização é uma iniciativa do Secretariado Pastoral da Família de Nossa Senhora da Graça, do Programa Nacional de Construção da Cidadania Fiscal de Cabo Verde e SETI-PR/ Universidade Estadual de Maringá/ PEC/MUDI-Brasil, e conta com o apoio do Centro Cultural do Brasil,  o  Investiment Climate Facility for Africa – ICF e Banco Africano de Desenvolvimento – BAD.

Ainda enquadrado nesta temática, o Programa Nacional de Construção da Cidadania Fiscal e o Centro Cultural Brasil realizam, neste sábado pela 20H30, no Salão Paroquial de Nossa Senhora da Graça um espetáculo intitulado “Ritmos da cidadania Brasileira”, com a atuação do Grupo ABAECATÚ. A entrada para este show é livre. Todos estão convidados a participar nestes dois eventos.

 

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